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Nascido em São Bento do Una, agreste de Pernambuco, em 1946, Alceu Valença cresceu em convívio direto com os elementos vivos que ajudaram a consolidar a cultura nordestina contemporânea. Pelo canto dos aboiadores, emboladores, violeiros e cantadores de feira; pelas toadas, baiões, xotes e rojões, cantigas de cego e tocadores de sanfona de oito baixos; pelos poetas de cordel, versejadores populares e artistas de circo, entre outras manifestações que conhecera desde o berço, Alceu assimilou a cultura e a música do agreste e do sertão a partir das raízes que a constituíram.
Aos 40 anos de carreira (a partir do primeiro LP solo, “Molhado de Suor”, de 1974), com mais de 35 discos lançados, Alceu Valença continua a se reinventar. Em 2014, lançou seu primeiro filme longa-metragem como diretor, “A Luneta do Tempo” – com forte temática nordestina, do cordel ao cangaço, do forró ao circo - onde atuou também como roteirista, montador e ator, além de escrever todos os diálogos e canções.
Um dos mais expressivos representantes da música popular brasileira, Alceu Valença faz agora sua estreia como autor em O Poeta da Madrugada, simultaneamente lançado no Brasil e em Portugal.


