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Ezequiel António Spínola Vieira (ANTONELLO VISI).
Nascido no Monte, concelho do Funchal, residente em Santa Cruz, Madeira.
Licenciado em História, pós-graduado em História de Arte.
Professor do grupo 200, leciona História, Português e Cidadania e Desenvolvimento na escola Básica com pré-escolar e creche Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior, na Camacha.
Entre 1998/2012, fez parte do gabinete cultural da Câmara de Santa Cruz, deu duas conferências, a primeira intitulada “O nome da Europa” e a segunda “2ª igreja manuelina de Santa Cruz”, criou a revista cultural “Origens” e participou na iniciativa do lançamento do cinema ao ar livre no auditório exterior desta casa, que se manteve durante 13 anos.
Fez parte da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz em dois mandatos, no cargo de Secretário.
Na revista cultural “Origens”, publicou vários artigos assinados com o nome de Ezequiel Vieira e António Vieira.
Na revista da escola “Camachinha Júnior”, publicou dois artigos: uma reflexão sobre cidadania, “Um ideal coletivo”, 1ª edição de 2022, e uma avaliação, “Uma peregrinação à realidade e potencialidade cognitiva dos alunos”, 2ª edição de 2022.
Durante o restauro da igreja de Santa Cruz, cooperou na edição de uma coleção de postais alusivos à igreja. Participou na antologia de poesia Entre o Sono e o Sonho, vol. XIV, com o poema “Ambição do saber no sossego do conhecimento”.
Recentemente, publicou um livro de poesia intitulado Rumos da nossa Essência, com o pseudónimo de Antonelo Visi.
Participou na antologia de literatura Fragmentos de saudade, com o poema “Sentir que não estás comigo”; na antologia de poesia Entre o Sono e o Sonho, vol. XV, com o poema “Tarde de verão, com areia sol e mar”; na antologia de poetas portugueses da Diáspora, com o poema “Eternizar”; participou também na antologia de Cartas de Amor, com uma carta de amor intitulada “De Ítalo para Bárbara”, editora Chiado Books, 2023; e na antologia de literatura Liberdade, vol. III, com o poema “Desassombro/Tolerância”, março de 2024. A 17 de outubro de 2025, publicou o romance/conto Um passado sempre presente.
A 22 de março 2025, publicou o livro Contos da minha terra.
A 20 de abril, participou na antologia “Minha mãe”, vol. II, com o poema “Mãe. Somente mãe”. Em outubro de 2025, publicou o livro de poesia Eternizar (poesia de intervenção política).
A 24 de novembro de 2025, participou no Colóquio Literário na Escola Básica e Secundária de Santa Cruz, a partir da leitura recreativa de um conto: “Como desertei à tropa e fugi à guerra colonial”, Contos da minha terra, de ANTONELLO VISI.





