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Antônio de Pádua Alves de Araújo Barros, paulistano, casado, 42 anos, homem comum que jovem ainda, com apenas 16 anos passou a observar fenômenos mediúnicos. Começou a procurar sem sucesso em muitas religiões a explicação de muitas questões, que a própria ciência, ainda não explicava ou explica.
A partir dos 18 anos de idade, percebe que existe uma força espiritual cigana lhe acompanhando e a partir desse momento passa a estudar para conhecer a fundo este povo e sua cultura. Descobrindo em sua própria árvore genealógica, alguns antepassados ciganos.
A partir dos 30 anos ao lado de sua esposa, resolve finalmente dar inicio aos trabalhos mediúnicos. Abrindo em sua própria casa uma Tsara Cigana, para que pudesse atender a todos que procuravam uma ajuda.
Por todo este tempo recebe orientações diretas de alguns espíritos ciganos e deste modo contribui para a propagação dessa cultura. Chegando aos 40 anos lhe é concedida a permissão de escrever essa obra, com o devido cuidado de não fugir as recomendações dos próprios espíritos relatados nesse livro.


