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António Paixão é um desgraçado jornalista permanentemente desempregado, a quem eu contratei para o trabalho sujo de escrever esta obra para mim, enquanto eu me dediquei aos pontos mais nobres de sua concepção, como trazer a inspiração e contar a história.
Paixão é um velhote neurastênico, comunista de carteirinha, mas com uma cultura eclética e pouca disposição para brigar, porque procura, mas sem sucesso, ser simpático. Rsrs. Como todo jornalista, António Paixão não funciona sem álcool e, no processo da produção deste livro, bebeu toda minha adega de vinhos. Ô raça!
Todas as feiuras constantes nesta obra são de sua exclusiva responsabilidade, pois é uma pessoa pouco confiável por muitas razões, dentre as quais por ser do sexo masculino, carioca e torcedor do Botafogo. Em São Paulo, torce pelo Corinthians e, em Portugal, pelo Vila Real. Julguem.
Por outro lado, apesar da oposição da anta do Paixão, consegui com muita luta e desgaste pessoal inserir todas as muitas belezuras que fazem parte deste livro.


