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Cláudio Gonçalves dos Santos transita entre o rigor da economia e a escuta atenta da história.
Economista, mestre em Administração Financeira e Contabilidade, com MBA em Finanças de Empresas.
Gestor de Valores Mobiliários com registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), é conselheiro de administração, professor universitário de pós-graduação na Universidade Presbiteriana Mackenzie e na FECAP – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, além de sócio da Planning, onde atua nas áreas de assessoria financeira, avaliação de empresas e gestão patrimonial.
Autor de Securitização – Novos Rumos do Mercado Financeiro (2011) e Clãs Parentais – Fragmentos da História do Brasil (2023). Organizou e prefaciou Ode Marítima, de Fernando Pessoa (2020), e assinou o prefácio e a revisão técnica da obra Bank Valuation & Value-Based Management, de Jean Dermine (2018). Seus textos circulam regularmente em jornais e revistas especializadas, em diálogo permanente entre técnica, cultura e pensamento crítico.
Membro do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP).
Recebeu, em 2013, votos de júbilo e congratulações da Câmara Municipal de São Paulo pelos serviços prestados a empresários e instituições ligadas ao mercado de capitais.
Possui raízes históricas marcantes.
Pelo lado materno, descende de João Francisco de Alencar Rego, irmão de Leonel de Alencar Rego, avô de D. Bárbara de Alencar, republicana e abolicionista, inscrita no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria em 2014.
Pelo lado paterno, é descendente de Branca Dias, considerada a primeira senhora de engenho da Capitania de Pernambuco e a primeira mestra laica de meninas, processada pelo Tribunal do Santo Ofício sob acusação de praticar secretamente o judaísmo.
Em junho de 2023, teve sua ascendência direta dessa linhagem reconhecida por certificado emitido pela Comunidade Israelita de Lisboa – CIL.
Como o Albatroz de Samuel Coleridge, sua obra percorre mares de memória e silêncio, onde a história não é apenas passado, mas responsabilidade.


