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Cleide Ruiz começou a escrever muito nova, influenciada por seu pai que lhe contava histórias para embalar seu sono, criadas por ele mesmo, e que ela repassava para os amiguinhos, que se sentavam ansiosos para ouvi-la, que motivada pela platéia, acrescentava novas aventuras àquelas ouvidas.
Quando aprendeu a escrever, ganhou um caderno, para relatar suas histórias . Mesmo depois de formada e pós graduada, os cadernos com as histórias continuaram a acompanhar sua vida, já acrescentadas de fatos reais, pois todo e qualquer assunto que chamasse sua atenção, merecia uma história. Sempre interessada nos mais íntimos conflitos humanos , retratava-os de maneira a levá-los á reflexão. Muitas crônicas foram publicadas em um jornal do bairro, e isso fez com que as pessoas começassem a procurá-la e pedir que relatassem suas histórias e inspirada em acontecimentos reais de pessoas anônimas, a escritora ganhava a liberdade de criar e revelar os mais diversos aspectos do ser humano.
Veio o desejo de ver publicado seu próprio livro, pois percebeu que são histórias que podem estar no cotidiano de qualquer pessoa, pois a vida escreve sempre as mesmas histórias, só mudam os personagens.


