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Eurico Machado Costa é natural de Ponta Delgada e descende da família de jornalistas e escritores que fundou o “Diário dos Açores” (o quotidiano mais antigo do arquipélago). Não tendo enveredado pelo jornalismo, iniciou os seus estudos, há mais de 30 anos, na Universidade de Coimbra, onde se licenciou, em Economia, e, mais tarde, ingressou no Mestrado em História Contemporânea.
Após muitos anos a lecionar Economia e cursos EFA (Educação e Formação de Adultos), no ensino público, o autor é, atualmente, formador de empreendedorismo em diversas instituições, designadamente no Instituto do Emprego e Formação Profissional, no INOVINTER – Centro de Formação e de Inovação Tecnológica, no Instituto Superior de Contabilidade e Administração, entre outras.
Com o intuito de homenagear a cidade de Coimbra, escreveu, em 2015, o seu primeiro romance, “A Princesa do Mondego”.
Em 2016, lançou o seu segundo romance, “O Filho do Marquês”, cujo enredo se inicia na ilha de São Miguel e onde é possível reencontrar alguns personagens da obra anterior.
Em 2017, participou em diversas tertúlias (por convite da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, da Casa da Escrita, da Casa Museu Miguel Torga, etc.).
Em maio de 2018, proferiu a Conferência de abertura das Comemorações da Fundação de Vila Real de Santo António e representou a cidade de Coimbra, no 1.º Congresso de Autores Regionais, em Tarouca.
Em julho de 2018, encerrou o Ciclo de Palestras “Ciência, Técnica e Luzes”, por convite do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.
Em julho de 2019, lançou o seu terceiro romance, “Os Fugitivos de Caconda” que, após uma atemorizadora e deslumbrante aventura africana, concluiria a Trilogia iniciada com “A Princesa do Mondego” e continuada com “O Filho do Marquês”.




