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JOÃO GARRIDO nasceu em 1963 e viveu em Lisboa desde os dois anos de idade até se radicar no Seixal, onde reside.
Na adolescência confrontou-se com o quotidiano marginal dos bairros periféricos, numa dura escola de vida em que virtudes e defeitos se distinguiam de maneira ténue. Cedo aprendeu que a condição humana contém múltiplas e sombrias facetas que tornam utópica qualquer matriz de pensamento destituída da realidade.
Incansável crítico de uma contemporaneidade onde não encontra essência, procura descrever nos seus livros as vivências dos que desconhecem ilusões mas que, ainda assim, tentam vencer os desencantos e encontrar uma razão para continuar.
Trabalhou integrado na componente administrativa de multinacionais durante vários anos, insistindo em escrever como forma de compensar “ a deprimente sensação de ver os dias a fugirem…”. Para o autor, o tempo é um bem precioso que não deve ser desperdiçado, e só a criação justifica a existência.
Frequentou a Licenciatura em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e este é o segundo romance que escreve, tendo o primeiro (“Cruzes no Horizonte”) sido editado em 2012.


