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Lucianno Maza é diretor, dramaurgo, crítico e curador de teatro, com pesquisa
dedicada à dramaturgia contemporânea. Nasceu no Rio de Janeiro e divide-se entre
sua cidade natal e São Paulo. Como autor escreveu mais de quinze textos, entre eles
"Três T3mpos", "Restos", "A Memória dos Meninos", "Cine Ilusão" e "Até o Sol
Nascer". Parte de sua obra foi publicada em livro da Coleção Primeiras Obras da
editora Imprensa Oficial/SP com a qual concorreu ao Prêmio Jabuti de Literatura, a
principal premiação literária brasileira. Seu trabalho em dramaturgia faz parte da tese
de doutorado da USP - Universidade de São Paulo titulada "Entre a Tradição e a
Ruptura na Dramaturgia Recente no Brasil" de José Teotônio Sobrinho.
Dirigiu onze espetáculos, com textos de sua autoria e também de Gabriela Mellão ("A
História Dela" e "Parasita"), Fernando Ceylão ("Quarto do Nada") e Zen Salles
("1,26"), todos dramaturgos contemporâneos brasileiros reconhecidos pelo público e
crítica. Também encenou diversas leituras dramatizadas. Trabalhou com atores como
Maitê Proença (em leitura de "As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant" de Rainer
Werner Fassbinder), Arlete Salles (na leitura de "As Traças da Paixão" de Alcides
Nogueira), Denise Del Vecchio (nas leituras de "No Meio do Caminho", de sua autoria,
e "A Ponte e A Água de Piscina" de Alcides Nogueira), Simone Spoladore (no
espetáculo performático de sua autoria "Modo de Preparo (Passo 1)"), Bárbara Bruno
(na encenação para web de "1,26" de Zen Salles), João Vitti (em leituras de
"Esperando Godot" de Samuel Beckett e "As Traças da Paixão" de Alcides Nogueira)
e Erom Cordeiro (nas leituras de "Noite Maldormida" de Carlos Vieira e de "Esperando
Godot" de Samuel Beckett). Suas apresentações se deram em espaços importantes
do Rio de Janeiro como Circo Voador, Espaço SESC, Centro de Estudos Artístico
Experimental/SESC Tijuca, Centro de Referência da Dramaturgia
Contemporânea/Teatro Ziembinski, Casa da Gávea, Teatro do Jockey e Espaço
Cultural Sérgio Porto. E em São Paulo: MASP - Museu de Arte de São Paulo, SESC
Consolação, Museu da Língua Portuguesa, Espaço dos Satyros, Espaço Parlapatões
e Centro Cultural São Paulo.
Em crítica teatral criou o site Caderno Teatral e participou como convidado dos
principais festivais de teatro do Brasil, incluindo Festival de Teatro de Curitiba, FIT-
BH: Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte, Mirada: Festival Ibero-
Americano de Artes Cênicas de Santos, Filte Bahia: Festival Latino Americano de
Teatro da Bahia, FIT-São José do Rio Preto: Festival Internacional de Teatro de São
José do Rio Preto e FIAC: Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia. Foi
contratado como crítico interno do Festival Brasileiro de Teatro Toni Cunha, em Itajaí,
Santa Catarina, e do Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora, e é jurado do
Festival de Teatro Cidade de São Paulo. Teve colaborações culturais sobre teatro,
literatura, moda e televisão publicadas nos portais Yahoo, UOL e no jornal Folha de
São Paulo. Seu trabalho como crítico integra a dissertação de mestrado da UFRGS -
Universidade Federal do Rio Grande do Sul: "Aspectos da Crítica Teatral Brasileira na
Era Digital" de Helena Maria Mello.
Como curador criou o projeto Drama Tempo, no Rio de Janeiro, onde foram
apresentadas 60 peças contemporâneas brasileiras em formato de leitura
dramatizada, mobilizando cerca de 250 artistas em dois anos de programação. Ainda
na área de curadoria de teatro trabalhou na Mostra Especial do Festival de Teatro
Cidade do Rio de Janeiro e para renomadas instituições como o SESI Paraná (Núcleo
de Dramaturgia), a Secretaria Municipal de Cultura de Curitiba (Teatro Novelas
Curitibanas) e a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (Edital Proart/CEUs).
Em 2014 participou dos Encontros Culturais do Festlip - Festival de Teatro da Língua
Portuguesa, sendo responsável pela curadoria de 10 dramaturgos contemporâneos
brasileiros e a mediação de um debate com representantes do Brasil (Ivam Cabral e
Tânia Pires, diretora do festival), Portugal (Rodrigo Francisco), Moçambique (Manoela
Soeiro), Cabo Verde (João Branco) e Angola (Adérito Rodrigues e José Mena
Abrantes). Também é um dos colaboradores brasileiros do DLIP - Portal de
Dramaturgia da Língua Portuguesa, apoiado pela CPLP - Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa.


