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Nasci a 20 de Agosto de 1965 em Benavente, Santarém, Portugal. Aprendi muito depressa a escrever e a ler, tirando boas notas na escola primária nas redações de tema livre. Gostava de ler e principalmente de organizar jornais e revistas. Fundei a APADA Associação Para a Defesa dos Animais. Tinha oito anos. Escrevia artigos para um publico de bairro que achava graça. Com dez anos já tinha alguns jornais escritos e os assuntos diferiam, na escola continuava a fazer redações que eram lidas na sala de aula e assim foi a minha vida literária durante a meninice, tinha facilidade em organizar pequenos grupos de jovens que colaborariam nas revistas e jornais que empreendia. Aos 16 anos escrevia para a associação de estudantes da escola secundária, na publicação do seu jornal. Escrevi durante alguns anos, fanzines e letras para músicas. A escrita para programas de rádio muitas vezes baseava-se em descrições fantásticas sobre locais e povos imaginários. Eram textos escritos com muita alma e garra. Era como se as letras saíssem em fogo do papel escoando-se até ao ouvido do ouvinte. Com cerca de 17 anos escrevi o livro não publicado, “Traços Indizíveis da Melancolia”, que foi um arranque à estrutura cognitiva organizando o pensamento. Continuei a fazer fanzines e outros temas literários e musicais. Com 19 anos escrevi participando no livro “Ponto De Partida” editado pela câmara Municipal de Benavente. Com 20 anos escrevi para o programa “Alquimia da Música”, na RCR ( Rádio Cultura e Recreio) e “Meio Tom e Palavras”, da mesma rádio, seguindo-se textos para outros programas culturais. “Entre o Pó e as Cinzas”, um programa radiofónico elaborado por mim foi amplamente explorado com ensaios de escrita, Na
Rádio Íris escrevi para o programa “Riscos em Amoníaco sónico”. Gostava de ler António Ramos Rosa como ainda gosto e considerava-o um dos expoentes máximos da literatura poética, passei pelos surrealistas e dadas portugueses e
estrangeiros. Nunca me fixei a uma tendência ou moda no entanto as influencias existiam. Em termos literários Eça de Queiroz e Camilo de Castelo Branco foram os expoentes máximos. Mas quem em verdade me abriu a sede de escrever foi Fernando Pessoa. Lembro-me de ir para o meio do
campo e ficar tardes a ler e a reler o Mestre. Entretanto aos cerca de 22 anos comecei a praticar Yoga e simultaneamente a estudar educação musical. A música assim como a literatura deram-me o que tenho e posso dispor disso. O Yoga e as artes de Meditar facultaram-me o surgimento da obra “Homens e Pássaros”. Foi nesta obra que me situei sempre como homem e retirei proveito das palavras, como palavras e do seu sentido. Com 25 anos fundei o projeto “Eugnás Portrait” desfrutei da noção do ente regulador que me habita e ordena os polos distintos da minha Vida. Aos 40 anos tinha necessidade de limpar a minha escrita e escrevi um livro técnico sobre ornitofilia, a “Criação de Canários” que se encontra publicado. Dos 40 anos em seguida escrevi vários artigos para revistas Portuguesas e Espanholas de Ornitofilia o que fez que me apurasse na escrita. Depois com cerca de 45 anos, comecei a organizar os meus escritos e a escrever para as minhas aulas de Práticas de Meditação ministradas em Benavente na Universidade Sénior. Foi o momento em que comecei a compilar os escritos e a reuni-los e dar-lhes uma ordem. Assim acreditando na humanidade e tentando reconstruir-me perante cada passagem, cada passo nesta Realidade, nesta Vida, que tenho o intuito de escrever. 2018, e assim escrevi esta Obra … do Amor à Liberdade...


