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Eleitoralista, social-democrata, advogado em situação de risco, tendo feito autoexílio político em março de 2015, melhor identificado no livro “Petismo e Bolsonarismo (populismo brasileiro)”; e no livro “Direito Imigratório Português (comentários à nova Lei de Estrangeiros/Imigração para imigrantes): regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional português”.
Católico tomista e agostiniano, adepto de Jacques Bossuet, Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau, Charles-Louis de Secondat, barão de Montesquieu, Jean Bodin, François-Marie Arouet (Voltaire), Jeremy Bentham, Immanuel Kant, Georg Wilhelm Friedrich Hegel, Alexis de Tocqueville, Hans Kelsen, Joseph Schumpeter, Robert Dahl, Charles Lindblom, Dankwart Rustow, Arend Lijphart, Seymour Martin Lipset, Samuel Huntington, modelo Westminster, Juan Linz e Alfred Stepan, Lombardini, David Easton, Pippa Norris, Mogens Hansen, entre outros, sem descartar John Locke, Jean-Baptiste Say, Thomas Malthus, David Ricardo, David Hume, Étienne Bonnot de Condillac, George Berkeley, Thomas Paine, Adam Smith, Ludwig Erhard, Ludwig von Mises, Friedrich von Hayek, Milton Friedman e Walter Lippmann.
O eleitoralista Marcelo Metzner possui, injustificadamente, o estigma de neoliberal; contudo, nada se pode compreender do liberalismo enquanto se colocarem em oposição suas formas principais — econômica, política, cultural e filosófica — tal como nada se pode compreender do capitalismo se nele se enxergar apenas um sistema econômico, em vez de um fato social total.
Antropologia do individualismo/economicismo.
O neoliberalismo é produto do liberalismo econômico clássico, constituindo, em certa medida, uma redefinição do liberalismo clássico influenciada por teorias econômicas neoclássicas; quem possui esse desiderato é o neoliberal.




