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Maria Alcina Adriano

As Searas são Vermelhas (2013)  Maria Alcina AdrianoNasceu em Vale Verde, concelho de Almeida, a 30 de Novembro de 1950. Em 1960 separou-se dos seus pais, agricultores, para frequentar em Almeida, no ex-Colégio Frei Bernardo de Brito, o ano lectivo de acesso ao ensino liceal, tendo concluído o segundo ciclo no ex- Liceu Nacional Afonso de Albuquerque da Guarda. Em Janeiro de 1970 veio para Lisboa trabalhar, tendo concluído no ano de 1989, a licenciatura na Faculdade de Direito, conciliando a sua vida universitária com a familiar e a profissional. Durante 40 anos trabalhou na Administração Pública, à qual se dedicou integral e exclusivamente, em detrimento da advocacia, que exerceu durante alguns anos. A separação da sua família, que apenas revia nas férias escolares, teria contribuído para fazer dela uma criança e uma jovem lutadora e interessada pelos problemas sociais e uma romântica e bucólica escritora de textos, que encerram os seus profundos sentimentos que, recentemente, passou a partilhar. Começou a escrever aos 18 anos, mas só em 2011 editou, com a Chiado Editora, o seu primeiro livro de poemas “Flores Verdes em Tempo de Guerra” e em 2012 o segundo “O Meu Corpo é Como Um Rio”. Tem poemas editados na Antologia de Poesia “Entre o Sono e o Sonho”, também da Chiado, na colectânea “Florilégio de Natal” dos escritores da Tertúlia Rio de Prata, no Boletim da Tertúlia do Centro Nacional de Arte e Poesia e na colectânea poética “Espontâneos de Natal”. A presente obra foi escrita no mesmo período das duas obras já editadas e, da mesma forma, os seus poemas exprimem sentimentos vividos pela autora. Neste livro, os poemas denunciam a fome e a miséria de muita gente da sua aldeia que, para melhorar as condições de vida, teve de emigrar para outros países. Esta obra apresenta-se como um grito de alerta contra as injustiças sociais provocadas por um regime ditatorial e consubstancia um perfeito hino de homenagem aos trabalhadores rurais da sua terra – Vale Verde - mas que poderá abarcar todos os trabalhadores do país, que pouco ou nada tinham de seu, a não ser a honestidade, a lealdade, a humildade e a força de lutarem por um Portugal melhor.
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