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Marta Branco nasceu a 25 Julho 1977. Aos 17 anos entra na Faculdade de Direito de Lisboa e em simultâneo é-lhe diagnosticado Lúpus, uma doença auto-imune que afectava também a sua mãe. Entre outras consequências do Lúpus, aos 18 os seus rins entram em falência, deixa de conseguir frequentar o curso e inicia hemodiálise, recebendo um rim transplantado passados cerca de três anos. Esse rim teve uma vida de 5 anos após os quais Marta regressa novamente à hemodiálise onde ainda permanece actualmente, com 38 anos, ansiando por um novo transplante. Fez voluntariado inicialmente nos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo e posteriormente nos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique onde ainda hoje efectua trabalho administrativo, tendo um Curso de Secretariado e Acessoria. Aos 33 anos foi reformada por invalidez, no entanto continua activa, quer fisica (quando a saúde o permite) quer mentalmente. Marta ainda não perdeu a esperança de acabar o curso de Direito assim que a sua saúde o permitir, uma vez que conciliando voluntariado, hemodiálise e faculdade não tem sido possível. Aos 32 anos decidiu verbalizar num livro o que sentiu, sofreu, sorriu, chorou durante a sua vida. Nasce “Princesa Borboleta”, a sua primeira obra.


