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Maria Teresa Mira de Azevêdo, é geóloga de profissão na área da Sedimentologia, tendo exercido durante 37 anos actividades de investigação e docência no Departamento de Geologia da FCUL. Ao longo de toda a sua carreira científica desenvolveu pesquisas relacionadas com a reconstituição paleogeográfica, paleoclimática e paleoambiental de várias regiões de Portugal e Espanha, reconstituindo paisagens de dezenas de milhões de anos através de trabalhos de campo e de laboratório, tendo-se dedicado, em especial, ao estudo do pré-Tejo (3Ma) e Tejo actual (desde 10.000 anos à actualidade). Usando metodologia semelhante e com o mesmo grau de subjectividade e de incerteza que se coloca nestas reconstituições optou, nesta abordagem à biografia de Descartes, por apresentar os factos conhecidos e todas as informações que podem levar à conclusão de que a ligação entre o filósofo e a Irmandade da Rosacruz, existiu, de facto, e de que a sua obra foi, em grande parte, inspirada pelos Manifestos Rosacruz do século XVII, bem como pela literatura hermética e Rosacruz da época.
Desde muito cedo interessou-se por tentar perceber qual a razão da existência para além do simples nascer, viver, morrer, sem outra utilidade que não seja passar pelo mundo mesmo que deixando alguma marca. Dedicou-se à pesquisa de Filosofia Hermética, Sufismo e Rosacruz, tendo realizado numerosas apresentações em bibliotecas, livrarias e centros culturais, com títulos como Sufismo e Ocidente, A Gnose Islâmica, Mulheres de Luz, Os Poetas do Amor - a Sabedoria viva da literatura libanesa - Khalil Gibran e Mikhail Naymi, entre outros


