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Quando se pensa: a poesia morreu! Não, não morreu nem morrerá. Quando parece que tudo vai cair por terra, não, não vai não. De repente ela surge com vigor, do fundo da terra, da mais profunda raiz, trazida pelas mãos daqueles que criam. Esse mais recente trabalho, não o último, da poeta Ana Paula Arendt, dá provas evidentes da minha afirmação. Há uma maturidade esplendorosa. Riqueza de imagens. É o som de um sino que não se repete, um som diferente, um som que nos traz a palavra que rareava. Uma profunda invenção, com propriedade. No seu prefácio já se prenuncia aquilo que seria encontrado mais adiante. Vigor da invenção. Da cumplicidade com a literatura. Da cumplicidade com a vida, com a palavra. Uma poética do encantamento. Um discurso de engenhosidade. Sinto-me gratificado por ter tido acesso a esse fabuloso As Veneráveis Virtudes do Homem.
Celso de Alencar














