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Mia Couto - Uma perspectiva Africana
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Mia Couto - Uma perspectiva Africana
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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2015-12-01
Páginas:
610
ISBN:
978-989-51-5942-0
Colecção:
Compendium
Género:
Não-Ficção
Sinopse

A obra inicia-se por uma introdução em que são apresentados, num primeiro momento, os objectivos da mesma e a metodologia utilizada; num segundo momento, a obra e a biografia de Mia Couto.

No primeiro capítulo, intitulado “Criação de um Imaginário Moçambicano”, comça por ser apresentada não só uma panorâmica da História de Moçambique, como os traços gerais daquilo que poderá ser uma matriz cultural africana. Numa segunda fase são analisados sucessivamente um conto e dois romances de Mia Couto sob enfoquessimultaneamente semelhantes e diferentes. Partindo de uma perspectiva narratológica e estilística, foram, no conto, objecto de investigação a mensagem ideológica que atravessa toda a história e o universo africano que na mesma transparece. No romance “Terra Sonâmbula”foram tratados, além dos temas - todos congregados à volta da guerra civil – os traços africanos manifestados no romance e os aspectos simbólicos que o mesmo encerra. Finalmente, em “A Varanda do Frangipani” é sobretudo a imagem de África que mais ocupa a análise: uma cultura ligada à terra, por um lado,  a sua representação através das personagens, por outro. Termina o capítulo com uma tentativa de encontrar os traços fundamentais do Homem que se vai desenhando ao longo das três obras analisadas.

O segundo capítulo está dividido em três grandes sub-capítulos. O primeiro, debruçado sobre a linguagem do autor, visa mostrar que, escrevendo em Português, a língua de Mia Couto tem contornos que apontam para uma maneira diferente de escrever e de falar Português. Analisando a sua linguagem à luz da norma e do desvio, conclui-se pela existência de um estilo pessoal fortemente imbricado na realidade moçambicana. Segue-se, no segundo sub-capítulo, o estudo do discurso ou discursos literários, baseados em dois contos separados por vários anos no que toca ao momento da sua escrita. Ao abrir uma página de Mia Couto, o leitor desprevenido fica fascinado essencialmente pela proliferação de neologismos que abrem para uma panóplia de significados e também pela forma especial de “falar” Português. Isso se deve a um trabalho muito elaborado sobre a palavra cujo potencial fónico e semântico são os “fios” e as “cores” com que o artista tece as metáforas surpreendentes que têm o condão de sugerir não só espaços físicos, como ambientes, estados de alma ou circunstâncias (...)”

Numterceiro sub-capítulo, construído sobre um grande número de histórias respigadas ao longo de toda a produção literária do autor, são abordados os géneros na obra de Mia Couto, abordados não só a partir de conceitos como conto, novela e romance como também em função da importância e do papel que neles têm o maravilhoso e o fantástico e sua relação com a africanidade dos mesmos.

Seguem-se as Conclusões em que, partindo do estudo feito se defende que a obra do autor é “um documento importante e significativo no fazer da História do Homem, quer o consideremos na sua humanidade universal, quer o vejamos na perspectiva mais restrita do homem nascido no continente africano.”

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