As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
O Business Judgment Rule e o Corporate Governance: uma visão pessoal coligida da interdisciplinaridade ente as ciências económicas e de gestão no direito societário português e os reflexos da
Favorito
O Business Judgment Rule e o Corporate Governance: uma visão pessoal coligida da interdisciplinaridade ente as ciências económicas e de gestão no direito societário português e os reflexos da
Papel
12,00
ComprarComprar
Ebook
5,00
ComprarComprar

Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2016-07-26
Páginas:
176
ISBN:
978-989-51-5267-4
Colecção:
Compendium
Género:
Não-Ficção
Idioma:
Pt
Sinopse

O Business Judgment Rule desenvolveu-se nos Estados Unidos da América com o objectivo de proteger a discricionariedade das decisões dos administradores das empresas aquando do exercício das suas funções, assim, este Instituto – Business Judgment Rule – consiste de um leque alargado referente ao controlo pelos Tribunais em relação às deliberações e tomadas de decisão dos administradores, tendo em conta a presunção de regularidade dos actos dos administradores das empresas.

A regra tem como principal objectivo evitar a ingerência dos Tribunais e dos sócios na medida em que estes se possam substituir aos administradores, arbitrariamente, de acordo com os seus interesses e decisões. Assim, o administrador, dentro dos limites legais e dos estatutos da empresa, tem garantida a liberdade para decidir sobre a oportunidade e a conveniência dos seus actos de administração e de gestão, considerando-se à partida que os leva a cabo de acordo com os preponderantes e relevantes interesses da empresa ou sociedade comercial que administra.

No entanto, o Business Judgment Rule não constitui nem possui uma moldura de obrigações e princípios a que os administradores estão vinculados, e nem se encontra codificado de maneira uniforme no Direito Americano. Por consequência, verifica-se que as premissas são construídas a par e passo a partir do julgamento de actos de responsabilidade dos administradores, ao mesmo tempo que se analisa o dever de boa-fé da administração visada, em cumprimento dos deveres de diligência (duty of care) e lealdade (duty of loyalty) para com os accionistas.

E embora estes deveres corroborem a presunção de que os administradores, regra geral, estão sempre bem informados no processo de tomada de decisões estratégicas, é possível afastar tal presunção, comprovando a negligência grave (gross negligence) das suas condutas.

Em conclusão, se o administrador se muniu de comprovado cuidado e de boa-fé no exercício das suas funções, tendo em vista a prossecução do objecto social e os interesses da empresa, não poderá ser responsabilizado pelo fracasso e insucesso da sua decisão, ou por erros de análise e de julgamento, ou de valoração de um negócio, estando, portanto, protegido pelo Bussiness Judgment Rule.

A origem histórica do Business Judgment Rule como princípio da Jurisprudência nos Estados Unidos remonta a 1829, no caso Percy v. Millaudon, decidido pela Suprema Corte do Lousiana.

Este “leading case” foi decidido de forma a determinar que o simples prejuízo não é suficiente para fazer o administrador da companhia responsável, sendo necessário provar que o acto era incompatível com o padrão comum exigível do homem médio.

A doutrina norte-americana enuncia duas premissas à aplicação do Business Judgment Rule: (I) a própria natureza falível do ser humano; (II) a necessidade de incrementar ou dinamizar os negócios sem sobrecarregar a máquina Judiciária.

E, porque não referir, a convicção de que as pessoas boas, honestas e íntegras não quereriam servir como administradores de empresas se a Lei delas exigisse um grau de diligência e responsabilidade não exigível ao cidadão comum.

Do mesmo autor
Os meninos e as meninas das casinhas das árvores
Favorito
Os meninos e as meninas das casinhas das árvores
Munássir Ebrahim
10,00
Leituras semelhantes
Escrevo-te... para não me perder
Favorito
Escrevo-te... para não me perder
ISABEL FERRAZ
18,00
Crónicas de um jovem investigador - o que ninguém nos conta durante o percurso académico
Favorito
Crónicas de um jovem investigador - o que ninguém nos conta durante o percurso académico
David Ângelo
18,00
Evolução da alma - Manual da reforma íntima
Favorito
Evolução da alma - Manual da reforma íntima
J. BarsanulfoNery
12,00
Animais em nós
Favorito
Animais em nós
António Manuel Marques
17,00
O principezinho e o sétimo planeta
Favorito
O principezinho e o sétimo planeta
Natércia Ferrão
14,00
Há Sempre um Luar na Escuridão
Favorito
Há Sempre um Luar na Escuridão
Beatriz L. Moura
14,00
Planisfério (o Meu Quinto Livro de Crónicas)
Favorito
Planisfério (o Meu Quinto Livro de Crónicas)
José da Costa Oliveira
17,00
A Travessia da Alma
Favorito
A Travessia da Alma
Sandra Vieira
17,00
Secas Severas no Sertão - Reveses e Triunfos
Favorito
Secas Severas no Sertão - Reveses e Triunfos
Edgar Albergaria
12,00
Justiça Natural
Favorito
Justiça Natural
Gemaba
14,00
Algures no Algures
Favorito
Algures no Algures
João Brites
13,00
Versos e Histórias e Histórias em Versos (coisas sem nexo, com nexo e coisas com nexo, sem nexo)
Favorito
Versos e Histórias e Histórias em Versos (coisas sem nexo, com nexo e coisas com nexo, sem nexo)
José Fialho
17,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias