As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
O Desenho do Céu da Rua - Três Metodologias para a Representação Figurativa da Rua e dos seus Objectos
Favorito
O Desenho do Céu da Rua - Três Metodologias para a Representação Figurativa da Rua e dos seus Objectos
Papel
17,00
ComprarComprar
Ebook
5,00
ComprarComprar

Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2018-01-08
Páginas:
128
ISBN:
978-989-52-0365-9
Colecção:
Compendium
Género:
Não-Ficção
Idioma:
Pt
Sinopse

Estas três metodologias de ensino de Desenho da rua – e, por extensão da cidade –, passam sempre, pelo menos para mim, por um diálogo. É-me essencial entender, primeiro por palavras, o que o meu aluno está vendo contemporaneamente comigo dessa realidade mesmo aqui à nossa frente, esta rua de Lisboa, por exemplo; é-me essencial entender depois, já por linhas de desenho, aquilo que desse contemporaneamente visto vai sendo re-apontado por ele na sua folha; é-me essencial ir, eu próprio, desenhando ao lado do meu aluno (confrontando, desenho com desenho, palavra com palavra, aquilo que nas nossas folhas vai sendo reconstituído desta nossa rua). 

É sempre sobre “o ver”, e sobre “o como” o visto pode ser fixado numa folha, nesse instante inadiável, que esse diálogo se passa. “Desenho é o nosso entendimento a fixar o instante.” – citava o Almada, o  Lagoa de cor (ora, “nosso”: não é nem o do meu aluno, nem o meu entendimento; é “o nosso entendimento”, contemporaneamente defronte à coisa, esta rua de Lisboa, por exemplo, a tentar vê-la pelo Desenho).

[Se este livro for considerado “auto-biográfico”, agradecerei – como já tive oportunidade de agradecer, um dia, esse elogio. Não tenho vergonha de confrontar o meu desenho com o desenho do meu aluno; nem, menos ainda, tenho medo de desenhar ao seu lado.

Se eu peço ao meu aluno que desenhe esta rua, parece-me suposto que eu – como seu professor – a saiba desenhar; e que, sobretudo, lhe mostre, com a evidência do meu próprio desenho ali ao seu lado, pelo menos uma possibilidade gráfica de a poder representar na minha folha enquanto ele a vai vendo surgir quer no desenho dele, quer no meu.]

 

Pedro António JANEIRO

Professor da Faculdade de Arquitectura

Universidade de Lisboa

Do mesmo autor
Desenhos a Éter
Favorito
Desenhos a Éter
Pedro António Janeiro
9,00
Origens e Destino da Imagem
Favorito
Origens e Destino da Imagem
Pedro António Janeiro
20,00
Arquitecturas-Ficcionadas: O Desenho
Favorito
Arquitecturas-Ficcionadas: O Desenho
Pedro António Janeiro
18,00
Leituras semelhantes
Reflexões e ensinamentos
Favorito
Reflexões e ensinamentos
Ana Maria Sousa
15,00
Há Sempre um Luar na Escuridão
Favorito
Há Sempre um Luar na Escuridão
Beatriz L. Moura
14,00
Animais em nós
Favorito
Animais em nós
António Manuel Marques
17,00
O homem que não falava português - Quando a estratégia é engolida pela feijoada
Favorito
O homem que não falava português - Quando a estratégia é engolida pela feijoada
José Luiz Marques
19,00
Telepathy and Quantum Hyperconsciousness
Favorito
Telepathy and Quantum Hyperconsciousness
Flávio Vivacqua
13,00
A Vida é um Caminho
Favorito
A Vida é um Caminho
R. Lazarini
14,00
Estado, Política e Fiscalidade - O princípio da legalidade e não retroactividade em Direito Fiscal
Favorito
Estado, Política e Fiscalidade - O princípio da legalidade e não retroactividade em Direito Fiscal
Rodrigo Alves Taxa
14,00
Persuasão e essência
Favorito
Persuasão e essência
Ricardo JT Pinto
12,00
A Palavra Me Curou
Favorito
A Palavra Me Curou
Shana Mattos
11,00
Coragem - Faça e tenha coragem
Favorito
Coragem - Faça e tenha coragem
Zenaida
13,00
Crónicas d’Adolescente
Favorito
Crónicas d’Adolescente
Tomás Correia
17,00
Devolve-me
Favorito
Devolve-me
(n/d)
17,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias