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Os Órfãos da Constituição
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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2016-09-10
Páginas:
504
ISBN:
978-989-51-7955-8
Colecção:
Compendium
Género:
Não-Ficção
Idioma:
Pt
Sinopse

Diz o autor: “Como conseguir, pois, que o cidadão, numa sociedade democrática, possa corrigir o seu erro quando votou? A “censura cidadã” parece a resposta mais eficaz, A legitimidade da atividade política seria alcançada (...) Com o julgamento do político durante o exercício de seu mandato, a Ciência Política teria encontrado, como se rio fosse, a solução para o seu maior desafio até hoje. E a cidadania, o seu leito natural, livre por fim de barragens artificiais, de desvios irracionais, males esses realizados impune e constantemente durante tempo interminável em benefício de uns poucos, como acontece em muitos países que se dizem democráticos.” E, ainda: “...é muito pouco provável – se esta proposta de censura estivesse em vigor há bastante tempo – que os Estados Unidos tivessem tido na presidência do país os Bush, pai e filho. Com certeza, não teria havido pela segunda vez a Guerra do Iraque...” O terrorismo, como culto religioso, não existiria. Quiçá os governantes dos países democráticos seriam outros. Em alguns, como o Brasil e a Espanha, os seus governantes teriam sido destituídos pelos cidadãos por causa da corrupção e o desemprego.

“Em rigor, o que aconteceria seria a criação de uma nova cultura política. As consequências dessa nova realidade na vida humana são quase inimagináveis”. Eleger, sim, mas, também, “des-eleger, destituir. O voto de des-eleger, que deveria ser um direito tão fundamental como o é eleger, é facílimo de exercer. O cidadão que vota poderia fazer isto, da forma mais pessoal e simples, qualquer dia, em qualquer momento, em qualquer lugar, e com absoluta liberdade. E a democracia, tão doente hoje, teria uma saúde fascinante pela sua capacidade de criar uma nova Era.

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