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A trito, iminência, viver, infância, adolescência, maturidade.
Essas e outras palavras, desconexas ou não, nos são apresentadas nessa obra que aborda a complexidade do ser humano imerso num contexto social e cultural que também está repleto de complexidades e contradições.
Maria Fernanda Utsch, embora ainda não tenha atingido a maioridade ao escrever a sua primeira obra submetida ao público, provoca o leitor desde o início com as suas reflexões e contraposições.
Sua visão de mundo e das pessoas vivendo em atrito consigo mesmas e com esse mundo denota coragem e maturidade na compreensão da condição social, psicológica e emocional do ser humano e de si própria.
Vivendo no atrito: a iminência do viver não é um livro que responde os questionamentos e reflexões que nele são construídos, mas é recheado de provocações para que o leitor busque as próprias conclusões.
Ou não! Em alguns trechos, o livro nos dá a ideia de que ele mesmo se contradiz.
Mas isso porque ele é um reflexo do que somos, seres em construção, também contraditórios e complexos.
A organização textual da obra também faz parte do seu conteúdo.
Maria Fernanda Utsch não segue normas rigorosas de escrita, pois ela constrói os seus textos de forma livre, sem deixar que preocupações com ortografia e gramática interrompam o seu pensamento, que libera um turbilhão de reflexões, sentimentos e contradições.
E é nesse emaranhado de ideias que ela alcança os seus objetivos literários, sobretudo porque esses objetivos não foram traçados inicialmente, eles foram acontecendo.














