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“E se as histórias para crianças passassem
a ser de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente
o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”
José Saramago
De cabeça nas nuvens e de pernas para o ar é a posição que sugerimos aos leitores para começarem a ler o livro “A Filipa dos Canudos Pretos”.
Manuela Sousa empresta-nos diversas texturas narrativas, fundindo-as com o essencial exercício de aprender.
É também professora e ativista da subtileza humana e da beleza.
Como se a beleza precisasse de ativismo, e precisa! Na sua escrita é também reclamado um espaço de profundidade, cura, espanto e múltiplos significados.
A autora conduz-nos a espaços de magia onde transcende o seu ponto de partida.
Sentimo-nos crianças pasmadas a olhar uma cartola, tentando adivinhar o advir.
Sentir com a minúcia de uma filigrana os laços entre humanos e animais e, com uma visão mais profunda, intuir que as famílias evoluem pelas experiências que vão tecendo.
Nalguns casos, os laços, a arte e a imaginação são milagres, um “desafio” que Manuela Sousa convida os leitores a integrar.
Neste livro, as crises e os milagres andam de mãos dadas sempre para um final feliz: os cabelos lembram o mar, os da Filipa.














