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Vivemos num tempo em que o sofrimento se normaliza, a violência se dilui em linguagem técnica e a vida corre o risco de perder profundidade.
Em “Contra a Banalidade”, a reflexão parte da intuição de Hannah Arendt para atravessar as grandes feridas do presente: a banalização do mal, a medicalização da dor, o esquecimento da empatia, o vazio existencial e a fragilidade da condição humana.
Entre filosofia, clínica e literatura — de Freud a Merleau-Ponty, de Nietzsche a Simone Weil, de Dostoievski a Saramago — este livro não oferece soluções rápidas nem consolos fáceis.
Propõe algo mais exigente: recuperar a atenção, a linguagem e a responsabilidade como formas de resistência ética.
Porque a humanidade não é um dado adquirido — é uma tarefa diária.
E resistir à banalidade é, talvez, o gesto mais urgente do nosso tempo.














