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A Nova Ordem Internacional e a Crise Europeia
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A Nova Ordem Internacional e a Crise Europeia
Papel
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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2013-04-01
Páginas:
170
ISBN:
978-989-51-0161-0
Colecção:
Passos Perdidos
Género:
Não-Ficção
Sinopse

Na minha rua abriu um talho de carne de cavalo, o que me fez lembrar os tempos da segunda guerra mundial. Era eu garoto mas lembro-me bem: faltavam géneros alimentares, sobrava a pobreza e não havia liberdade; hoje, há liberdade, abunda a oferta de géneros alimentares mas voltou a sobrar a pobreza. A que se deve a mudança: à ordem interna ou à internacional? Se acreditarmos no discurso politico partidário mediático, deve-se à ordem interna. A dialética da crise parece esgotar-se no combate ao défice. Na glorificação ou maldição da austeridade, no ping pong da culpa – a culpa foi de Sócrates versus a culpa é de Passos Coelho – e na inculpação dos portugueses que terão vivido acima das suas possibilidades. Mas a culpa não será também dos mercados financeiros, que abusaram da sua condição de financiadores exclusivos dos estados exigindo-lhes juros elevadíssimos?

Há décadas, os estados financiavam-se junto dos seus bancos centrais – veja-se qualquer manual de Finanças Públicas de então – e não junto dos mercados financeiros onde predominam os fundos soberanos dos estados exportadores de petróleo. Porquê a mutação? Os mercados financeiros são o principal dos atores da nova ordem internacional, a economia global neoliberal, que tem tudo para ser um totalitarismo. Como dizem alguns autores os mercados são os donos do mundo. Foi para chamar atenção do leitor para a estreita relação que os liga que dei a este ensaio o título de “A Nova Ordem Internacional e a Crise Europeia”.

O neoliberalismo global não foi criado para os pequenos estados que, para se defenderem aderiram a organizações regionais, criadas para serem uma resposta à globalização. Infelizmente a União Europeia, dominada pela Alemanha de Merkel, adota politicas monetaristas que visam a redução radical do défice e exige aos estados em dificuldades orçamentos de grande austeridade que levam ao agravamento da divida e à destruição da economia. Que fazer? No plano da globalização, regular os mercados; no plano comunitário, lutar pela adoção de outras políticas; em geral, criar um projeto de futuro que dê sentido aos sacrifícios pedidos.

E se for necessário sair do Euro? Paciência, saímos embora a contra gosto.

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