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Este livro nasce como espelho e confissão: em cada poema deixamos traços de quem somos, porque a poesia, ao contrário do que possa parecer, não se afasta da vida, mas funde-se com ela.
Somos nós a dar-nos a conhecer, seja nas fragilidades que se escondem nos versos, seja na esperança que ainda se insinua em certas imagens, ou, simplesmente, na banalidade de ser e precisar de escrever que se é.
Como escreveu Fernando Pessoa, “o poeta é um fingidor”, mas o fingimento aqui não esconde; revela, aproxima, torna transparente aquilo que tantas vezes nos escapa no silêncio.
Os poemas desta coletânea foram escritos ao longo deste ano, todas as semanas, sendo, por isso, expressões cruas da profundidade do sentir, da racionalidade do ser, da simplicidade do rir e da necessidade de exercer aquilo que é só nosso: a poesia.
Assim, esta obra é onde, página após página, ainda nos lemos.














