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Um único poema pode significar a vida toda. A vida na poesia como as tais águas silenciosas e toda a poesia como a ressignificação de palavras tão cotidianas, tão banais.
Pelos muros rabiscados e fragmentados de uma poesia cheia de ausências, sangues e lágrimas, Estilhaços revela um eu lírico submerso em ficções da vida e da memória e leva seus leitores e suas leitoras por um mergulho na escuridão da água, longe da superfície iluminada pelo calor do sol.
Entre dores e ausências indissolúveis ou entre sabores, cheiros e cores efêmeras, o eu lírico de Ryan Mainardi ora permite aos leitores e às leitoras um vislumbre de vida viva em que há uma nova esperança, ora leva consigo os leitores e as leitoras para a escuridão das águas profundas.
Estilhaços entrega aos leitores e às leitoras um passeio tortuoso pela jornada de figuras não heroicas, mas sedentas por alguma coisa que se possa encontrar nesta vida.














