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A Herdade da Julinha
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A Herdade da Julinha
Papel
12,00
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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2012-07-01
Páginas:
146
ISBN:
978-989-697-727-6
Colecção:
Viagens na Ficção
Género:
Ficção
Sinopse

Histórias de vida entrelaçadas. Caminhos que se cruzam, descruzam e tornam a cruzar. Emoções. Dores. Alegrias. Tristezas. Sentimentos que se revelam. Outros que se escondem como se de pecados gravíssimos se tratassem. Amores que se tentam camuflar. Paixões que se tentam camuflar. Paixões que se tentam esconder. Uniões que se tentam manter, salvar, mesmo quando o sofrimento e a angústia esmagam o peito.

"A Herdade da Julinha" é tudo isto. Fala do "silêncio que dói, que quebra a alma de vidro em mil pedaços". Mostra como "as maiores dores são sempre mudas". Explica como "tudo flui, tudo muda, nada permanece". É um romance que atrai, que cativa.

Claudina Brito faz de cada vida uma lição. Quer, ela própria, tirar uma lição de cada uma das vidas que dá a conhecer. "O entusiasmo que as pessoas manifestaram ao terem lido o romance anterior - Momentos Quase (Im)Perfeitos - funcionou como um grande incentivo para me aventurar na escrita desde", conta.

A autora levou cerca de um ano a escrever "A Herdade da Julinha". Quis "realçar o peso que tem em todos nós a hereditariedade, como nos condicionam as relações familiares e como é difícil tomar um rumo diferente do que esperam de nós", revela.

A marca da sensibilidade que Claudina deixa em cada frase, em cada parágrafo faz quer ler sempre mais, faz querer saber como irá acabar a história de cada personagem. Numa busca incessante e intensa por respostas para o nosso próprio dia-a-dia.

Uma mulher cheia de força de viver - assim podemos definir Claudina Brito - transporta para a escrita a garra da realidade, nua ou fantasiada. Vai ao pormenor mais cru, sem receio das palavras, sem pudores.

"A Herdade da Julinha" prende-nos em cada linha. Faz-nos pensar na vida e no que dela retiramos. Faz-nos rever valores e prioridades. Faz-nos parar. Para depois continuarmos, mais certos dos passos que damos.

Ana Maltez, jornalista.

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