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Por Caminhos Mal Empedrados
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Por Caminhos Mal Empedrados
Papel
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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2016-03-15
Páginas:
364
ISBN:
978-989-51-6013-6
Colecção:
Viagens na Ficção
Género:
Ficção
Sinopse

“Um velho barco de madeira largara das costas de Inglaterra no século dezassete. Aproa à América. Leva dentro um bando de perseguidos. São pobres mulheres, de mãos delicadas, fidalgos que vão arrotear a terra, abrir alicerces, construir casas, através de uma existência incerta. Atravessam o mar. Que pesa na existência do mundo o barco Mayflower, perdido na escuridade da bruma, com um bando de heréticos a bordo? Nada – e é da fé, da obstinação desta gente, que nascem as raízes que mais tarde se hão-de apoderar de todas as consciências. Anos volvidos atrevem-se e pronunciam enfim estas palavras: “Os homens foram criados iguais; foram dotados pelo seu Criador de certos direitos inalienáveis e entre eles a vida, a liberdade, o direito de procurarem a ventura”. Di-las uma gente pobre e convencida, que, para 

fugir aos ódios religiosos, atravessou o oceano e procurou a floresta e uma terra selvagem para desbravar. Entranham-se no coração dos humildes. Era decerto um povo grosseiro, mas cada homem, cada raiz imensa deitada ao céu, cada raiz enorme agarrada à terra. São frases, é a dor estreme que vem à supuração. Pronunciam-se num canto remoto, vão repercutir-se no globo”.

 

“D. Pedro levou muito a sério a emancipação das religiosas: assinou um decreto que permitia aos conventos abrirem as suas portas e o regresso das freiras às respetivas famílias. Levou tão a sério a sorte dessas monjas, que não resistiu aos encantos da bela soror Ana Augusta Peregrino, uma jovem clarissa de trinta e três anos, sacristã do convento da Esperança, que o esperava todas as noites com o coração apertado. D. Pedro chegava de madrugada, envolto numa ampla capa e com o rosto escondido sob um chapéu de aba larga. O monarca não acreditava ser a castidade uma virtude que devesse ser cultivada”.

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