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António Pedro Soares Mendes, cruzado de madeirense com algarvia, Outubro, 1950, planalto do Huambo, Angola: céu azul na memória, ainda os espaços abertos do crescer, com sons do cantar africano, vagos remorsos do que assistiu.
Conhecer Portugal, o de Lourenço Marques, de Lisboa, aos saltos no tempo, janelas de leituras abrindo-se em descobertas de realidades, próprias de sentenças, de memórias, de angústias, de sonhos, encontros, tristezas, às vezes, felicidade.
Sempre o refúgio nas janelas das palavras.
1972: final do “processo africano”.
Com viveres de saltimbanco, o conhecer, descobrir ser Médico por Lisboa.
O ser Médico por Portalegre, Castelo de Vide.
O ser Médico Cirurgião por Cascais, Londres, Elvas.
Encontros com pessoas. Descobrir.
Aprender.
Às vezes, acredita que escreve poemas de Amor.


