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Dizem que o tempo voa, que plana nos montes e contorna as formas das montanhas, que vive nas brisas frias e nos balões de ar quente, lá longe, tão alto, esquecido de tudo o que foi um dia.
Que respira nas rugas de olhos cansados e longos suspiros.
Dizem que também pode ser amor, olhares que se cruzam num acaso de caminho.
Os dias são tudo.
Trilhos que passo a passo se interrompem, continuam, mudam, e se transformam noutras direcções.
Diz-se tanta coisa sem sentido, e que teria sido feito do Lourenço? Um estojo de lápis e borracha, caneta e régua.
Ajudem o Lourenço. Ajudem o Lourenço.
O lutador.
Um “Ajudem o Lourenço” que ecoará anos e anos no tempo.
Diz-se tanta coisa sem sentido. No entanto, um dia, esbarramos de frente com um “…do Ser… do Viver…” assim, tão puro e poético.
Tão real e doloroso.
Cheio de mundo e de mundos.
Setas amarelas de um passado que fica.
É obrigatório ser.
É fundamental viver.
Para sempre.
Gonçalo Ramos.














