As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
Artur Costa

António Artur Rodrigues da Costa de seu nome completo, assina Artur Costa textos de carácter não jurídico, visto que é jurista, mais propriamente juiz do Supremo Tribunal de Justiça. Na sua juventude coimbrã escreveu contos para a página “Juvenil” do Diário de Lisboa, dirigida por Mário Castrim, e ganhou um prémio no concurso “Fósforo Ferrero” de 1968, promovido por aquele diário lisboeta, com o conto Sem Raízes.

Escreveu na Revista coimbrã Capa e Batina, da qual chegou a ser membro do Conselho de Redacção.  

Também foi membro do CITAC (Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra), tendo participado em peças de Claudel (encenação do argentino Victor Garcia) e de Brecht (encenação do catalão Ricard Salvat), respectivamente em 1968 e 1969. Frequentou um curso de teatro dirigido por Salvat, e participava numa peça com o título “Castelao E A Sua Época” – teatro documental - com a colaboração de intelectuais galegos e música de José Niza, que não chegou a estrear, por razões de censura, tendo o encenador acabado por ser colocado na fronteira, em vésperas da greve académica de Coimbra de 1969.

Continuou a escrever contos pela vida fora, que não saíram da gaveta. Participou no colóquio «Camilo Castelo Branco – Jornalismo e Literatura no séc. XIX» em 1987, com uma comunicação que foipublicada no Vol. Camilo Castelo Branco – Jornalismo e Literatura no Sec. XIX - Centro de Estudos Camilianos, Vila Nova de Famalicão, 1993, e escreveu um texto «Amor de Perdição e Excesso», sobre o processo de Camilo, publicado no Boletim da Casa de Camilo n.º 9/10 (Volume duplo) – Dez. de 1987.

Escreveu uma narrativa dramática em 3 actos, que teve por fonte aquele texto, intitulada Camilo E Ana Augusta, editora Campo das Letras, 2007, a qual, em versão dramatúrgica mais concisa (fundamentalmente dedicada a alunos das escolas) e numa co-produção do Teatro Pé-de-Vento, do Porto, e do Teatro Efémero, de Aveiro, foi representada nas duas cidades (antestreia a 12 e estreia a 14 de Outubro de 2006, no primeiro dos Teatros), tendo tido comparticipação do Ministério da Cultura.

Tem artigos de carácter ensaístico espalhados por várias revistas e publicações, nomeadamente versando a temática “Liberdade de Imprensa”, “Comunicação Social e Justiça”.

Fez parte do júri para atribuição do prémio nacional de jornalismo do Clube de Jornalistas nos anos de 1994 e 1995.

 Escreveu crónicas semanais no Jornal de Notícias de 1993 a 2006, muitas delas utilizadas em programas escolares de ensino da Língua Portuguesa e publicadas em manuais escolares.

Escreve regularmente no blogue Sine Die, de que foi co-fundador.

Publicações do autor
A Sombra que Perpassa
Favorito
A Sombra que Perpassa
Artur Costa
14,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias