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Maria Cravo

Maria Filomena Acciaioli de Figueiredo Cra­vo nasceu, a 3 de agosto de 1955, na cidade do Porto.

É com o nome de Maria Cravo, e apenas as­sim, que assina o que escreve.

Vila Viçosa foi desde sempre a sua terra. Ali viveu, com toda a família, a infância, a juven­tude e parte da idade adulta.

Por motivos profissionais, por algum tempo, também habitou em Évora. Atualmente vive em Sesimbra, sem que Vila Viçosa tenha dei­xado nunca de ser o seu lugar.

É casada, mãe de dois filhos, tem cinco irmãos, a mãe e mais uma grande família que ama.

Licenciada em Português e Francês pela Uni­versidade de Évora, embora antes tenha pas­sado pela Universidade de Coimbra, que fre­quentou por pouco tempo, seguiu por formação o ensino e fez-se professora de Português e de francês. Foi Orientadora de Estágios de profes­sores em início da carreira, colaborando com Faculdade de Letras de Lisboa.

Segundo a autora, foram muitos anos cheios de trabalho, de projetos e de momentos felizes.

Por circunstância, começou a lecionar desde muito cedo, tinha dezoito anos e um mundo de sonhos e aventuras para concretizar.

Passou por várias escolas e a vida levou-a até Sesimbra onde se tornou professora efetiva na Escola Secundária de Sampaio. Sesimbra é a sua “segunda casa”.

Sempre gostou de ler e de escrever.

Publicou um livro – Pertenço Aqui, poemas.

Com vários outros poetas portugueses e bra­sileiros participou com poemas da sua autoria em quatro coletâneas de poesia – Pandemia De Palavras, Antologia 2020, Parte II, Poesia 3 e uma outra Coletânea Poética que sairá em breve.Com artistas de vários ramos da arte, pinto­res, poetas, arquitetos e outros de várias for­mações, também eles artistas, participou com obra poética em duas Coletivas de Arte, na cidade de Portalegre, com as obras expostas na Biblioteca Municipal.

Num concurso de poesia organizado pela associação ArredondArte, ganhou o terceiro prémio.

Laranja Aurora é o seu primeiro romance.

Escrever nunca foi para a autora só uma es­colha. É uma necessidade e um dever que as­sume e que não define apenas como prazer. É com a escrita que procura, se procura e nos procura. Entende a escrita como arte e tentati­va de resposta à interrogação, à dúvida, à sau­dade, ao medo, à tentativa do conhecimento do eu, do mundo, de tudo e de nada. A escrita materializa o que há em todos nós e o que há para além de nós. A escrita pode ser tudo por­que nela tudo cabe.

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