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Rui Martins Cunha nasceu em 1965, em Chaves, Portugal, tendo vivido uma existência de múltiplos rostos, sempre movida por uma inquietação rara.
Foi advogado, professor, ensaísta, romancista, poeta, palestrante e voz incansável em causas sociais e políticas.
No domínio das letras, estreou-se com o ensaio «O Cromatismo», em 1996, ao qual se seguiu, dois anos depois, o ensaio «Das Cores em Geral».
A sua escrita ganhou depois contornos mais intimistas e urgentes em obras como a narrativa histórica sobre a pesca do bacalhau «Vida Salgada, o mar como abismo de uma vida», em 2022.
A coletânea poética «Onze de Fevereiro», veio a público em 2024 e, ainda nesse mesmo ano, foi editado um testemunho devastador na obra «Sim, fui violada».
O seu nome figura igualmente em diversas antologias nacionais de poesia e conto.
Em março de 2025, foi distinguido no Salão Internacional do Livro de Genebra com o Prémio Literário Internacional Suisse Littérature Network, na 39.ª edição do certame, precisamente pela obra «Sim, fui violada».
Ainda nesse mesmo ano, fez chegar às livrarias uma nova e controversa obra, intitulada «Israel o Irão e a Palestina», um trabalho de investigação dedicado ao conflito no Médio Oriente, enriquecido por elementos restritos e preciosos para a sua compreensão, e que rapidamente viria a suscitar um amplo e intenso debate.






