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Desarmaram as fronteiras e, apesar dos alertas sobre atentados, mantiveram Schengen em vez de protegerem os franceses.
Instalaram no coração da nossa nação uma super-nação chamada Observações para a Gráfica:
- Garantir que as burcas pretas e o contraste com o busto vermelho na capa ficam bem visíveis, definidos e nítidos, respeitando plenamente a mensagem da obra.
- Redobrar o controlo de qualidade na impressão, corte e acabamento, tendo em conta problemas verificados em edições anteriores, de forma a evitar qualquer falha.
Ummah, ou seja, a comunidade dos crentes do Islão, e agora deparamo-nos com uma contra-sociedade islâmica que nos coloca, obviamente, os maiores problemas.
O Islão é incompatível com a República, incompatível com a civilização francesa, incompatível com a igualdade, por exemplo, entre homens e mulheres. Incompatível com a liberdade, por exemplo, a liberdade de mudar de religião. Incompatível com a fraternidade, pois no Islão a fraternidade limita-se à comunidade dos crentes, ou seja, apenas aos muçulmanos.
No Islão existem três elementos-chave, e estes políticos não leem o Corão nem a Sunna.
Eu li.
Há a jihad, para que toda a humanidade seja submetida a Allah; há a Ummah, a famosa comunidade dos crentes, ou seja, uma nação superior a qualquer nacionalidade; e há a Sharia, ou seja, a lei de origem divina.
A diferença entre a República e o Islão é que na República a representação nacional faz as leis, e no Islão é Deus, Allah, quem impõe a sua lei.
Philippe de Villiers
Ex-Secretário de Estado da Cultura do Governo Jacques Chirac


















