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Esta é a história de um rapaz pobre, bom estudante e bem comportado que frequenta o quarto ano de uma escola de Faro. Os pais são maus para ele, batem-lhe, obrigam-no a trabalhar.
Num determinado dia, encontra um amigo que está a brincar com um carro telecomandado. Pergunta-lhe quem lhe deu o carro e este responde-lhe que foi o “Pai Natal”. Ele, como menino pobre, nunca recebeu presentes nem sequer ouviu falar no “Pai Natal” então pergunta ao amigo quem é o “Pai Natal”. Este primeiro diz-lhe que o “Pai Natal” oferece presentes a todos os meninos que se portam bem e tem boas notas. David acha estranho que tal “pessoa” nunca lhe tenha oferecido nada pois ele sempre se portou bem e sempre teve boas notas. O amigo, entretanto, diz-lhe que o “Pai Natal” não existe o que o deixa baralhado e com muitas dúvidas sobre se existe ou não, e se existe então quem será?
Num dia mais tarde resolve ir a Faro, a uma biblioteca que conhece. Chegado à biblioteca, vai logo à internet e coloca as duas palavras… Pai Natal. Vê, imediatamente, que existe um Pai Natal e que vive em Rovaniemi na Lapónia numa aldeia que se chama “aldeia do Pai Natal”. Decide logo que vai tentar ir até à Lapónia perguntar a esse tal “Pai Natal” porque é que ele sempre se portou bem e teve boas notas mas ele nunca lhe deu presentes.
Este livro é a história dessa viagem fantástica e cheia de peripécias, dele e de mais dois amiguinhos que encontra pelo caminho, tudo, somente para perguntar ao Pai Natal porque é que ele nunca lhe deu presentes.
NOTAS– Este é um livro para crianças e … para adultos … para verem os disparates que fazem.
– É também um retrato de uma Europa… “a duas velocidades”.














