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...A residência construída com suor, sacrifício e paciência para se livrar da casa de renda e dos abusos dos senhorios foi o meio do fim da família.
Tony ficara surdo e mudo.
Pensara na construção de uma nova casa, arrendar outra residência, no abuso dos senhorios por onde passara, no desemprego, na morte do irmão, no abandono da sobrinha, na inexistência do único filho e a única esposa, na falta de capacidade de fazer outro filho. Não encontrara vontade de continuar a viver.
Tirara uma esferográfica e escrevera no boletim de óbito do seu irmão: Quem tem vida também vai morrer um dia, no cemitério no há superior.
Basta ter vida para um dia ser morto! Pegara uma corda, amarrara na árvore – único sobrevivente da zona – e suicidara-se.
Suicidara-se e ficara dependurado no mastro com o boletim do óbito entre a inexistência a exibir a certeza da mortalidade da vida...














