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Eduardo Batista é autor de diversas obras sendo a ficção e o drama os mais comuns. Em A Fidalga as personagens são apresentadas com firmeza e coesão de forma consentânea com o desenvolvimento da sua obra relevando a cor e o calor das palavras até onde se acaba a estese. A linguagem utilizada é, sem dúvida, a que mais se ajusta à ação, à época e ao momento.
Neste livro a violência, o denodo e a vileza são apresentados com grande crueza arrastando o leitor para os abismos do caos; são momentos vividos com grande intensidade e podem comovê-lo profundamente. O arrojo dos seus perpetradores confundiria Satã. O autor deseja aos seus leitores momentos de boa disposição na companhia da mui gentil fidalga, condessa de Francelos, cuja imperturbabilidade fez ajoelhar aos seus pés a inflexibilidade. O seu fascínio a todos irá encantar; ela é a Sílfide que todos os homens gostariam de conhecer. Ao leitor lembro um fragmento do código samurai: o homem destemido deve construir o seu destino. Viaje para um mundo tumultuoso, cruento, mas também de beleza ímpar e surpreendente.
















