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Cerejeiras em Paris
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Cerejeiras em Paris
Papel
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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2013-12-01
Páginas:
261
ISBN:
978-989-51-0773-5
Colecção:
Viagens na Ficção
Género:
Ficção
Sinopse

O jovem Evónio – mobilizado para a Guiné como Alferes Miliciano em 29 de Abril de 1968 – decide trocar Bissau por Paris, a salto, na companhia do Sargento Arraiano que já lá tem radicada a sua mãe Dora.
A anfitriã proporciona aos jovens uma subida ao topo da Tour Eiffel...
Inesperadamente, Evónio exclama, extasiado com o panorama alcançado daquele patamar permitido a visitantes:
- Ó que belo e extenso campo de cerejeiras!
Acompanha de perto a rebelião estudantil de Maio 68 que acaba por paralisar a capital francesa, com a adesão dos vários sectores laborais - ao espontâneo movimento contestatário - com laivos revolucionários.
Enriquece-se cultural e politicamente na Cidade-Luz. Aqui, no Café Luxembourg, todos os dias se conjecturava uma Revolução para derrubar o regime ditatorial de Lisboa.
Neste clima febril, acaba por se engajar no MEEP – Movimento de Emigrantes e Exilados de Portugal, orientado por Itamar Palmeirim, o Destemido.
Ao cabo de uma vivência agitada em Paris, convivendo com muitos imigrados e dinamizando inclusive o jornal Voz dos Desterrados, Evónio e três companheiros combinam ingressar, finalmente no País, dispostos a darem o seu contributo para a instauração de um regime democrático. Porém, são surpreendidos por uma patrulha da Guardia Civil, na raia de Aldeia Fria, e encarcerados em Salamanca.
Ao ser libertado – juntamente com os companheiros – em 31 de Maio de 1974, Evónio predispõe-se a reconciliar-se com a ex-noiva Açoriana e parte para o Funchal onde a localiza, como Professora de crianças... Conhecera-a ainda estudante liceal, na sua cidade de Ponta Delgada em 1967, aquando da instrução a recrutas que ele dera no quartel dos Arrifes, Ilha de S. Miguel... Entretanto, as medidas de despiste dos Carimbadores de Passaportes e o turbulento quotidiano sob céu de Paris vieram a obnubilar o idílio, designadamente pelo longo hiato na correspondência remetida por Evónio com selo francês, quando a enamorada e familiares o supunham algures, detectando e removendo minas e armadilhas dos turras, nas picadas patrióticas da Guiné...
O reencontro foi emotivo e reataram os laços amorosos... Casam e optam por viver na Margem Sul do Tejo, em casa mirante sobre o Mar Oceano, não perdendo o espírito solidário com a evolução sociocultural e política do País.
Com a mirada no horizonte das navegações, Evónio revela à esposa:
- Eu só não te trago Paris para o teu regaço, porque não posso colher esta maravilha, no cimo das cerejeiras da minha terra. Mas, havemos de lá ir!
- E comer cerejas! – remata Constança sorridente, já com os dentinhos da cor vermelhinha daqueles apetecíveis frutos, tão queridos quanto Paris!

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