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NATUREZAS HUMANAS: AFORISMOS
O mundo está cheio de ruído, mas vazio de sentido.
Nesta obra, o escritor Miguel Ribeiro convida o leitor a uma incursão cirúrgica pela alma humana, onde o pensamento não é um refúgio, mas uma escada para a ascensão através da dúvida.
Num estilo conciso e afiado, Ribeiro desmascara as “Naturezas Humanas” sob o peso do tempo e do instinto.
Aqui, o amor é despido do seu eufemismo romântico para revelar a gramática da urgência do corpo; a civilização é apresentada como um cativeiro dourado que nos exila da nossa própria liberdade selvagem.
Estes aforismos não oferecem o conforto da certeza, mas a delícia estética do confronto.
São armas de quem pensa, escudos de quem silencia.
Uma obra para ser digerida lentamente, onde cada página rasga a ilusão da superfície para gravar, no suporte material e palpável do papel, a imortalidade da reflexão.
“A sabedoria não é uma luz no fim do túnel; é a escuridão da reflexão que nos força a abrir os olhos.”
Human Natures: Aphorisms
«The world is full of noise, yet void of meaning. In this work, the writer Miguel Ribeiro invites the reader to a surgical incursion into the human soul, where thought is not a refuge, but a ladder for ascension through doubt.
In a concise and sharp style, Ribeiro unmasks “Human Natures” under the weight of time and instinct.
Here, love is stripped of its romantic euphemism to reveal the grammar of the body’s urgency; civilization is presented as a golden captivity that exiles us from our own wild freedom.
These aphorisms do not offer the comfort of certainty, but the aesthetic delight of confrontation.
They are weapons for those who think, shields for those who fall silent.
A work to be digested slowly, where each page tears through the illusion of the surface to engrave, upon the material and palpable medium of paper, the immortality of reflection.
“Wisdom is not a light at the end of the tunnel; it is the darkness of reflection that forces us to open our eyes.”»

















