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Procurando a liberdade, embrenhei-me numa reflexão profunda sobre a existência.
Sem complexos nem preconceitos e com o espírito aberto a todas as visões do mundo.
Uma aventura medonha que faz chorar, dói o coração, ao mesmo tempo, faz-nos lamentar tanta preciosidade no mundo, tantos mistérios descobertos e o intelectual humano que nos faz viajar na imaginação do que não existe para o trazer ao nosso mundo real, mas o ódio e a birra entre os adultos não nos deixam viver essa maravilha em toda sua essência.
Felicidade, sentimos todos, quando os problemas adormecem e nos deixam tranquilos por um momento.
O silêncio tornou-se o ganha-pão coletivo em que cada um silencia-se no que lhe faz ganhar e vocifera no que lhe faz perder, e vice-versa.
A maldade já não define o coração, pois se tornou uma escapatória para os reféns do mundo, ao abrigo do ditado “camarão que dorme, a onda leva”.
Assim, vivemos na perspetiva do acaso sem entendermos por que as coisas não são como queremos. Como podemos ser livres num ciclo existencial de qual dependemos.
Diante das inúmeras escolhas que temos, parece fácil na observação, mas estão repletas de rasteiras.
Um falso passo, uma palavra dita, uma pergunta não feita e um descuido sobre o bem e o mal que tudo se perde no abismo do tempo sem volta.
Não temos todos o mesmo entendimento, logo paciência e sabedoria para lidarmos com o que achamos incorreto enquanto outros não, sem matarmos a paz.

















