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Não podemos deixar a Política para os políticos.
É demasiado bela e importante.
E não está a resultar.
O planeta está à beira de um colapso ecológico e social generalizado.
As alterações climáticas estão a cobrar o preço de décadas de consumismo desenfreado e más políticas públicas.
E já não são realmente os políticos que estão a conduzir os nossos destinos, são os interesses económicos curto-prazistas e a competição desenfreada.
Paremos de fingir que estamos em transição ecológica.
O cavalo está mesmo morto, e de nada adianta comprar uma sela nova, trocar de cavaleiro ou redefinir o conceito de “morto”.
O sistema atual trouxe-nos coisas extraordinárias, mas deixou de nos servir.
Os recursos estão depauperados, as desigualdades e injustiças são grotescas.
Neste ensaio procura-se fazer a apologia da democracia direta, explicar as fragilidades do sistema político atual, a razão para mudar antes que seja tarde demais e tenhamos de enfrentar drones armados nas ruas.
Quem nos pode ajudar na reconquista do poder perdido? Realisticamente, procura-se acima de tudo explorar o que poderá ser o renascimento das nossas comunidades depois do inevitável grande apagão.
Como nos vamos governar quando formos abandonados à nossa sorte? Que faróis existem para iluminar o nosso caminho? Ainda há lugar para a esperança?
Temos um mundo imenso para reinventar e não podemos esmorecer.
Temos de começar pela democracia, para que deixe de ser controlada pelo demo e regresse ao povo.
Podemos construir uma governança regenerativa, focada nos bens comuns e na translocalidade.
Com base em 30 anos de experiência a trabalhar com políticos e comunidades na área da sustentabilidade, o autor desafia-nos para dançarmos com o nosso destino.














