As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
1946
Favorito
1946
Papel
€ 12,00
ComprarComprar
Ebook
€ 5,00
ComprarComprar

Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2016-08-12
Páginas:
248
ISBN:
978-989-51-7622-9
Colecção:
Palavras Soltas
Género:
Não-Ficção
Idioma:
Pt
Sinopse

No segundo piso da ala norte do Museu do Louvre, ocupando lugar de destaque no meio de uma sala contendo dezenas de objetos provenientes da Mesopotâmia, há um grande monolito escuro de diorito coberto por textos na escrita cuneiforme. Cunhado há 3770 anos, aquele texto estabelece leis sobre relações sociais, comerciais, familiares e religiosas, no total de 282 artigos, e é conhecido como Código de Hamurabi, em referência ao rei babilônico que o editou. Mil anos depois, o povo hebreu lutava pela própria existência, e os soberanos sentiram a necessidade de uma lei que os unisse. Mas não havia como todo o povo, 99,9% analfabeto, decorar um código tão longo e complexo. A solução foi genial, resumir aquele texto enorme em dez leis curtas e de fácil memorização. Não por acaso, o mesmo número dos dedos das mãos. E torná-las de cumprimento obrigatório, por terem sido entregues pessoalmente na forma de tábuas da lei pela própria divindade a um personagem heroico, que libertou o povo da escravidão e o guiou à Terra Prometida. Lindo, mas falso. Durante séculos os estudiosos tentaram reproduzir o percurso de Moisés desde o Egito até Israel, e encontrar o ponto onde ele teria aberto as águas do Mar Vermelho. É difícil encontrar evidências físicas de uma obra de ficção. Não há referências nos hieróglifos egípcios à presença de milhares de escravos hebreus. Não houve fuga, nem travessia milagrosa do mar. Os hebreus não invadiram Canaã, mas ali já viviam há séculos, organizados em tribos em sua maioria instaladas nas terras baixas junto ao litoral. E os dez mandamentos foram simplesmente importados e incorporados às narrativas compiladas por ordem do Rei Josias. Não matar e não roubar são preceitos essenciais para a vida em sociedade, e são impostos aos cidadãos por dezenas de códigos legais pelo mundo afora. Não desceram do Monte Sinai, mas fazem parte do pacto social desde Hamurabi, há 3770 anos.

Esta e outras reflexões compõem o cerne de 1946, entremeado com dezenas de experiências e episódios marcantes da vida do autor.

Do mesmo autor
O Diabo do Advogado
Favorito
O Diabo do Advogado
Flávio Juarez Feijó
€ 11,00
Leituras semelhantes
Vitamina NÃO
Favorito
Vitamina NÃO
ANDRÉ MENDES
€ 14,00
Tempo para Quase Tudo
Favorito
Tempo para Quase Tudo
Isabel Vasco Costa
€ 17,00
Da Terra...ao Amar!
Favorito
Da Terra...ao Amar!
Elsa Margarida Silva
€ 13,00
Ao Sabor Dos Anos
Favorito
Ao Sabor Dos Anos
António de Castro Soeiro Travassos
€ 15,00
O Cante do Alentejo
Favorito
O Cante do Alentejo
Rafael M. Coelho e Jaime Mariano Coelho
€ 18,00
Angola...porque me traíste? (Uma descolonização necessária e desejada mas mal executada)
Favorito
Angola...porque me traíste? (Uma descolonização necessária e desejada mas mal executada)
GR Trindade
€ 13,00
Des Pena Te - Diário de Cura
Favorito
Des Pena Te - Diário de Cura
Lígia Sequeira
€ 13,00
Potência interna, como ativá-la
Favorito
Potência interna, como ativá-la
Hemileide Simas
€ 15,00
O dano moral na responsabilidade civil médica: sua quantificação
Favorito
O dano moral na responsabilidade civil médica: sua quantificação
Jerônimo Romanello Neto
€ 22,00
Let's Get Lost Here
Favorito
Let's Get Lost Here
Kid Richards
€ 15,00
Autobiografias
Favorito
Autobiografias
Luís Sena de Vasconcelos
€ 27,00
O Lugar onde Aprendi a Ser Eu
Favorito
O Lugar onde Aprendi a Ser Eu
Josie G. Farias
€ 13,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias