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Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2019-08-14
Páginas:
186
ISBN:
978-989-52-6328-8
Colecção:
Palavras Soltas
Género:
Não-Ficção
Idioma:
PT
Sinopse

PhD Arsénio Machado:

É imprescindível a mudança de paradigma nas academias. É tão imperiosa esta mudança para a criação de modelo, de um padrão, que responda às exigências do mundo atual, principalmente da sociedade em que esta universidade esteja inseri­da. Mas é horripilante ver o que se vê nas universidades, a busca incessante pelos lu­cros vem afunilando quer os estudantes quer os professores, ou seja, vem-se sobrepon­do sobre o objetivo social que é dar ativos à sociedade, e se este quesito não estiver arrumado, de nada adiantará clamar por melhores resultados. Cada um deve estar focado naquilo que é a sua vocação, sem seletividade, com liberdade e inovação…

Adv Domingos:

A bajulação é um dos grandes dilemas nas academias. Professores bajulam os chefes para terem uma disciplina, os estudantes bajulam os professores para terem uma nota satisfatória. As relações amorosas vão-se proliferando e os valores morais vão-se deteriorando. Assim, não chegamos ao nosso objetivo. Mudemos de atitude.

Professoras Milagre e Márcia:

Depois de lermos este livro, chegamos à conclusão de que uma universidade deve adotar uma mundividência clara, com objetivos definidos, sem mudança constante de governo institucional, porque não se efetivam os serviços, não se dá continuidade ao seu objeto social, porque sai governo, entra governo e cada um quer fazer vincar as suas ideias.

 

Devemos dar a devida atenção às academias, aos estudantes e aos professores no seu todo, sem que haja filhos e enteados.É necessário que se faça um estudo coesosobre o assunto, e fazer algumas perguntas de ordem, porque falhamos reiteradamente — falta olhar os modelos que resultaram e contextualizá-los.

Países subdesenvolvidos não podem querer sair da penúria se não apostarem no conhecimento livre e independente. Outro paradoxo é clamar por quadros (recursos humanos), no entanto que in­puts estes recebem? Quais são os incen­tivos? Não podemos falar de um Estado coeso e desenvolvido sem as academias.

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