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Os poemas de O comboio das 8 e 12 constituem a respiração possível de quem ousa a fuga de um quotidiano castrador e repetitivo e procura os sons, as imagens, os olhares, os encontros, que transformam a solidão em vida solidariamente vivida.
Escritos em viagens matinais na linha de Sintra, entrelaçam os estilhaços da paisagem humana com que nos confrontamos todos os dias, observados na carruagem e para além da janela, e as paisagens interiores que os transcendem e lhes dão sentido.
Estas paisagens são povoadas de gente anónima, automatizada pela voragem dos tempos e consumida por sonhos adiados, mas também tecidas na vertigem de emoções escondidas no mais fundo da liberdade poética, na hipótese de um verso redentor, no amor possível, na urgência de um mundo resgatado ao íntimo regaço da poesia.















