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O drama de um rei. Nasceu e comandava uma sociedade poligâmica.
Apaixona-se perdidamente por uma única mulher, “a mais preta, a mais perfeita que jamais conhecera”.
O drama de um rei. Coabitar com tios gêmeos, com uma amante que escapou a ira de supostos deuses, que a teriam assassinado, mas que sobreviveu e gerou para o rei, filhos também gêmeos – criaturas, em Benin, consideradas de mau agouro. O absoluto desdém a preconceitos, do general comandante do Exército, pai de um sacerdote homossexual.
O sonho de três aventureiros que o realizam, um chegando aos Estados Unidos em pleno Renascimento do Harlem – o desabrochar das artes sem preconceitos; o outro, um português, que chega ao seu El Dorado brasileiro e, o terceiro, que em Lagos, Nigéria, vive o imaginário de uma pequena cidade açoriana, Porto Alegre, de início do século 20, e é respeitado como um Príncipe.
A arrogância de ingleses imperialistas, forçando a completa dominação das nações-Estado que hoje integram a República Federal da Nigéria, àquele tempo, colônia da Inglaterra.
De novo, o drama do grande rei, com titulo nativo de Obá, que não se dobra aos ingleses, preferindo o exílio sem retorno a degradar-se como mero chefe tribal. Um rei que, diziam as lendas, não tocava no chão, em seu palácio, flutuava. Pois a este rei os ingleses, dominadores, o forçaram roçar sua testa no chão, três vezes, num ato de aterradora humilhação, de joelhos, voltado para seu povo atônito e vexado.
Benin, que produziu a mais fantástica arte em metais, marfins e madeiras, é o pano de fundo para este romance que expõe um tempo de chefes nativos corruptos, a serviço do tráfico escravo, mas que oferece um painel encantador de tempos de juventude e velhice, vitórias e derrotas, de um mundo que, inquestionavelmente, a dominação europeia truncou seu futuro.













