As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
A Nomeação do Primeiro Ministro -  Na Constituição da República Portuguesa de 1976
Favorito
A Nomeação do Primeiro Ministro - Na Constituição da República Portuguesa de 1976
Papel
15,00
ComprarComprar
Ebook
5,00
ComprarComprar

Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2018-03-09
Páginas:
174
ISBN:
978-989-52-2174-5
Colecção:
Compendium
Género:
Não-Ficção
Idioma:
Pt
Sinopse

Nos sistemas semipresidenciais, como o nosso, o Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, que decide depois de ouvidos os partidos políticos representados no Parlamento e “tendo em conta os resultados eleitorais” (artigo 187.º, n.º 1 da Constituição). Este poder assume assim uma extraordinária amplitude e o seu exercício é passível de desencadear as mais acesas controvérsias políticas e jurídicas – como, de resto, em Portugal, os acontecimentos subsequentes às eleições legislativas de 4 de Outubro de 2015 bem evidenciaram.

O presente estudo visa esclarecer o sentido e alcance do poder presidencial de nomeação do Primeiro-Ministro, concluindo-se que, na prática, o Presidente goza de uma larga discricionariedade na apreciação das diferentes soluções governativas emergentes das eleições. Na verdade, ele tanto pode nomear como Primeiro-Ministro o candidato indicado pelo partido ou pela coligação mais votados (como até aqui, em regra, tem sucedido) como rejeitar essa proposta e – sem qualquer censura jurídico- constitucional – nomear antes quem lhe seja apresentado pelo(s) partido(s) ou coligação que tenha(m) ficado em segundo, terceiro ou quarto lugar nas mesmas eleições, ou até escolher uma pessoa da sua confiança política, fora do quadro partidário e parlamentar.

Não obstante, qualquer que seja a opção presidencial, ela sempre terá de passar no “teste” parlamentar, o que, em situações extremas, poderá originar um conflito insanável entre os dois órgãos, apenas resolúvel, em última análise, através da realização de novas eleições.

Do mesmo autor
PODER NEUTRO" DE BENJAMIN CONSTANT E O CONSTITUCIONALISMO PORTUGUÊS
Favorito
PODER NEUTRO" DE BENJAMIN CONSTANT E O CONSTITUCIONALISMO PORTUGUÊS
Marco Caldeira
14,00
Leituras semelhantes
Futebol - O Melhor do Século XX
Favorito
Futebol - O Melhor do Século XX
JOÃO FERNANDES
29,00
Amor e sociedade
Favorito
Amor e sociedade
Kinguadi
13,00
Meditar é preciso, viver também é preciso...
Favorito
Meditar é preciso, viver também é preciso...
José Theophilo Ribeiro e Edson Leite Ribeiro
17,00
A Vida de um Militar – da mobilização até ao regresso
Favorito
A Vida de um Militar – da mobilização até ao regresso
Adelino Alves Borges
17,00
Resgata a tua essência e deixa fluir
Favorito
Resgata a tua essência e deixa fluir
Amélia Cesário
17,00
Amor Escrito à Mão
Favorito
Amor Escrito à Mão
Joana Zambujo de Oliveira
22,00
Autobiografia de uma Galáctica
Favorito
Autobiografia de uma Galáctica
ASHIVIRHÁ
14,00
Um Homem Também Chora
Favorito
Um Homem Também Chora
João José Atanásio
14,00
TEAbençoe Peregrinos: Um Sonho de Luz, Fé e Esperança para as Famílias do Autismo
Favorito
TEAbençoe Peregrinos: Um Sonho de Luz, Fé e Esperança para as Famílias do Autismo
Patrícia Marques Pasin
10,00
A Espiritualidade ao encontro da Mediunidade
Favorito
A Espiritualidade ao encontro da Mediunidade
Carla Elias
15,00
Conversas com os meus botões
Favorito
Conversas com os meus botões
Piedade Machado
13,00
O despertar de uma hipnose longa
Favorito
O despertar de uma hipnose longa
José Lages
15,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias