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Este romance é uma criação tripeira, que marca a segunda metade do Século XX e a entrada no seguinte até 2010. Nesta obra, o autor dá especial atenção às duas principais personagens que, quando se conhecem e se começam a contactar como namorados, há dentro delas algo de estranho que lhes causa uma certa inquietação constrangedora. Embora aceitassem tal compromisso, nunca provaram que se amavam verdadeiramente. Em vez de se atraírem, tudo levava a crer que ainda não sabiam bem o que queriam. Mesmo quando tardiamente se casaram, nada de amor e paixão, tudo foi feito comummente pelo interesse de uma simples companhia. Ora, o Vítor e a Virgínia, como sendo os principais elementos desta obra, quando se conheceram, as suas vidas não eram fáceis, e os tempos nada promissores. No entanto, tinham de procurar dar um rumo à sua vida, já que a isso eram obrigados. No entretanto, sem nada contarem, foram bafejados, de surpresa, pela sorte. Com a continuação do tempo, outras personagens vão aparecendo pelo caminho: umas como simples colegas, outras como amigos ocasionais e outras em situações esporádicas e transitórias. Paralelamente, como é normal, criam-se panelinhas de linguareiros especializados na discórdia e difamação, cujo objectivo acaba sempre por cair concomitantemente na alçada do ódio, enredo, inveja, vingança e em tudo que integra a face oculta da condição humana.
Toda a trajectória do romance está embelezada de histórias adaptadas pela imaginação de possíveis realidades. Por outro lado, aproveitou-se também tudo o que foi possível fazer, dentro do tempo próprio, bem como do espaço disponível, para levar a carta aGarcia, com todo o entusiasmo sem, contudo, cair fora, como é óbvio: situações religiosas, políticas, sociais, etc. Neste aspecto, o autor procurou urdir a obra sempre em movimento constante e com surpresas alucinantes, com o objectivo de o caro leitor continuamente provar novos sabores, que mais goste ou não, para assim melhor lhe abrir o apetite, para uma boa leitura que sinceramente lhe deseja !...
Obrigado por me escutar.














