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A adolescência nunca foi fácil nem simples para ninguém.
Mas quando as dúvidas, receios e, sobremaneira, a perceção da efemeridade (e utilidade?) da vida surgem mais cedo, em tenra idade, percebemos o quão fúteis somos, nós, adultos ignóbeis.
César Diogo Pereira já nos impressionou com o seu primeiro livro – Na cabeça dos poemas sem pés –, provando que as diversas situações da vida serão sempre mais belas se as relativizarmos.
Algo profundamente sábio e genuíno.
Mas relativizar não se afigurou suficiente.
Nesta obra – O mundo sufoca-me... e eu também –, César Diogo Pereira identifica, com mestria, alguns infortúnios da sociedade e do mundo, desventuras que o sufocam e que, num grito inconformista, derroga, através da poesia das suas palavras, não consentindo o sufoco infligido.
Nesta coletânea de apertos interiores, como ele próprio designa, César Diogo Pereira dá-nos a oportunidade de refletir sobre diversas questões sociais e injustiças da vida, almejando mesmo a consciencialização moral individual, através das histórias que cria.
É o grito poético de um adolescente que nos assombra com maturidade insana e serve de exemplo para muitos outros, que sentem as mesmas dores, mas que sofrem por não as saber cuidar.















