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A primeira noite de amor, que ambiente tão pesado... tantos receios sinto embora sôfrego a dispa e lhe beije o corpo todo sem qualquer inibição. Rebolamos sob um eixo forjado pelo magnetismo da nossa atracção e o calor da paixão é alimentado a uma esperança de que tudo corra bem. Beijo-a e sinto que estou a fazer a coisa certa, beijo-a e não há qualquer hiato para uma dúvida, para uma incerteza, para um desassossego, beijo-a e não temo... Mas os beijos para meu desespero revelam-se curtos e ela parece querer poupar a sua boca carnuda que me enlouquece, que sabe tão bem... tento prolongá.los mas não consigo. «Os meus demónios gritam e em silêncio irrito-me, apetece-me fixar-lhe violentamente a cabeça entre as minhas mãos para a poder beijar à minha maneira.» Mexo-lhe nos seios demasiado perfeitos e ela fica mais à vontade. Os ossos da sua bacia surpreenderam-me, nunca havia tocado em nada parecido, nunca imaginei que pudessem ser tão salientes no bom sentido. Nada de aberrante ali havia, era a normalidade perfeita que eu nunca pensei que me interessasse, mas ao possuí-la, senti-me bem, completo, forte. Enquanto a penetrava e a ouvia em surdina a pedir-me coisas, até de mim começava a gostar: olhava os meus braços suados, com músculos que se destacavam e sobressaiam com aquela meia-luz que ela havia escolhido para nos alumiar a paixão intensa que ali se vivia. Parece que ainda lhe toco...














