As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
PODER NEUTRO" DE BENJAMIN CONSTANT E O CONSTITUCIONALISMO PORTUGUÊS
Favorito
PODER NEUTRO" DE BENJAMIN CONSTANT E O CONSTITUCIONALISMO PORTUGUÊS
Papel
14,00
ComprarComprar
Ebook
5,00
ComprarComprar

Detalhe
Editora:
Chiado Books
Data de publicação:
2016-01-22
Páginas:
268
ISBN:
978-989-51-6653-4
Colecção:
Viagens na Ficção
Género:
Ficção
Sinopse

O constitucionalista suíço Benjamin Constant (1767-1830) foi um dos expoentes máximos do movimento liberal, caracterizado pela afirmação do individualismo perante a (sempre latente) opressão do Poder político. Dotado de um espírito lúcido e incessantemente preocupado com a garantia da liberdade, Constant oferece-nos, em contributo brilhante e original, uma doutrina onde se conjugam (embora nem sempre de forma articulada) a limitação do Poder político face à esfera própria da sociedade civil, a defesa intransigente de todas as liberdades individuais (porém, não ilimitadas e não tidas com fins em si mesmas), a coexistência da “liberdade dos Antigos” com a “liberdade dos Modernos” e a necessidade de separação – mas, simultaneamente, de cooperação – entre os vários poderes do Estado. Neste âmbito, Constant é pioneiro ao modelar o conceito de “poder neutro”, concebido como um poder intermédio entre os poderes legislativo e executivo e que se destinava tanto a evitar que um invadisse o campo do outro como que os dois se paralisassem mutuamente. Atribuído, em última análise, ao Rei, o “poder neutro” – verdadeiro resquício aristocrático inserido num regime democrático-representativo – permitiu viabilizar a Monarquia após a Revolução Francesa de 1789 e continua a ser fundamental para a compreensão do estatuto jurídico-político do Chefe de Estado nos nossos dias.

O presente livro procura assim expor os principais traços do pensamento político de Benjamin Constant e, em especial, a sua doutrina do “poder neutro”, analisando também o modo como esta figura foi acolhida no constitucionalismo luso-brasileiro do século XIX e como a sua influência, tendo atravessado a História, ainda hoje se faz sentir entre nós, representando uma ideia-chave na configuração do papel arbitral do Presidente da República e, consequentemente, na arquitectura do sistema de governo estabelecido pela actual Constituição da República Portuguesa, de 2 de Abril de 1976.

Do mesmo autor
A Nomeação do Primeiro Ministro -  Na Constituição da República Portuguesa de 1976
Favorito
A Nomeação do Primeiro Ministro - Na Constituição da República Portuguesa de 1976
Marco Caldeira
15,00
Leituras semelhantes
Virtude Suprema: Revelação
Favorito
Virtude Suprema: Revelação
Moises Santos
20,00
Fragmentos de um Segmento de Tempo
Favorito
Fragmentos de um Segmento de Tempo
Vidal Darvacho
13,00
Fogo VS Canto
Favorito
Fogo VS Canto
Serafina Santos
13,00
Reencontro Inesperado
Favorito
Reencontro Inesperado
Adriana Ribeiro
14,00
Alguém viu um tesouro?
Favorito
Alguém viu um tesouro?
Eduardo Fragoso
15,00
Sonho ou Realidade?
Favorito
Sonho ou Realidade?
Valdelice Santos
15,00
Atrás de tempos
Favorito
Atrás de tempos
Cristina T & Henrique T
13,00
Anoiteceu
Favorito
Anoiteceu
Pedro de Sá
14,00
Asas transparentes
Favorito
Asas transparentes
Bárbara Miranda
17,00
Vendedeiras de prazer
Favorito
Vendedeiras de prazer
Florizandra Porto
18,00
O Fruto do vosso ventre
Favorito
O Fruto do vosso ventre
Cristina Osório Fernandes
25,00
Contos para Adoecer
Favorito
Contos para Adoecer
R. Monteiro Rocha
13,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias